segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Língua - Emprego dos pronomes: Este, esse,isto,isso, esse,essa, isso.

O pronome demonstrativo "Este", assim com as suas flexões ( estes,esta,estas,isto) indicam:

Algo que está próximo da pessoa que está falando:
Ex.: Este caderno é do Paulo. Esta caneta é minha.

O lugar em que se encontra a pessoa que está falando:
Ex.: Este quarto é grande. Esta casa é bela.

Tempo presente:
Ex.: Nesta semana entro em férias. Neste ano o Natal será Domingo.

Algo que será mencionado:
Ex.: Siga estas intruções para montar a aeronave: cole as peças.

Os pronomes "Esse" e suas flexões ( esses,esa,essas,isso) indicam:

Algo que está próximo da pessoa que está ouvindo:
Ex.: Onde você comprou essa blusa? Esse tênis é bonito.

O lugar em que se encontra a pessoa que está ouvindo:
Ex.: Essa cidade é muito bonita.

Tempo (passado ou futuro):
Ex.: Um dia escreverei um livro, nesse estarão minhas aventuras.
O campeão brasilerio de 1981 foi o Grêmio. O certame desse ano foi muito disputado.

Algo que já foi mencionado:
Ex.: O governo brasileiro adotou medida econômicas, essas medidas ajudarão no futuro da economia.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Língua - Senão ou se não, tampouco, tão pouco

Senão ou se não:

Frequentemente vemos grafias incorretas nesses dois casos, utilizamos SENÃO quando possui o significado de "caso contrário, exceto, a não ser, de outro modo".

Ex.: Estude para o teste,senão será reprovado.
Reflita sobre seu voto,senão aguente as consequências.



Utilizamos SE NÃO quando expressa " caso não ", orações condicionais ( expressam uma condição).

Ex.: Se não houver atraso chegaremos dentro do horário estipulado. ( denota uma condição).




Tampouco ou tão pouco:

Usa-se tampouco quando reforça uma negação:

Ex.: Não trabalhou, tampouco recebeu seu salário.
Não compareceu ao encontro, tampouco justificou sua ausência.


Na expressão tão pouco o tão reforça o sentido de pouco ( muito pouco):

Ex.: Com tão pouco dinheiro seria difícil a viagem.
Tinha tão pouco tempo para chegar na hora marcada ao encontro.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Exercitando - Interpretação de texto.

Muitas vezes achamos que uma interpretação textual é pessoal,mas isso é uma inverdade, pois o processo de interpretação de texto advém de algumas técnicas. Ao menos que uma questão peça a sua opinião ( assim,pessoal), deve-se identificar o tema central ( assunto principal do texto) e após verificar três enfoques no mínimo sobre tal. Após identificar o tema e no mínimo três argumentações do autor basta rolarmos o desenvolvimento: o autor escreve sobre certo tema e tem as seguintes opiniões...teste abaixo como está a sua intenção interpretativa.


Obs.: as questões em negrito identificam as respostas corretas sobre o texto.






Banho de mar é energizante?


Embora não existam comprovações científicas, muitos especialistas acreditam que os banhos de mar tragam benefícios à saúde. “A água marinha, composta por mais de 80 elementos químicos, alivia principalmente as tensões musculares, graças à presença de sódio em sua composição, por isso pode ser considerada energizante”, afirma a terapeuta Magnólia Prado de Araújo, da Clínica Kyron Advanced Medical Center, de São Paulo. “Além disso, as ondas do mar fazem uma massagem no corpo que estimula a circulação sanguínea periférica e isso provoca aumento da oxigenação das células”, diz Magnólia. Existe até um tratamento, chamado talassoterapia (do grego thalasso, que significa mar), surgido em meados do século 9 na Grécia, que usa a água do mar como seu principal ingrediente. Graças à presença de cálcio, zinco, silício e magnésio, a água do mar é usada para tratar doenças como artrite, osteoporose e reumatismo. Já o sal marinho, rico em cloreto de sódio, potássio e magnésio, tem propriedades cicatrizantes e anti-sépticas. Todo esse conhecimento, no entanto, carece de embasamento científico. “Não conheço nenhum trabalho que trate desse tema com seriedade, mas intuitivamente creio que o banho de mar gera uma sensação de melhora e bem-estar”, diz a química Rosalinda Montoni, do Instituto Oceanográfico da USP.


Revista Vida Simples, ed. 16, maio de 2004, p. 19.



1) Qual das afirmações a seguir pode ser depreendida do texto acima?


a)As propriedades cicatrizantes do sal marinho fazem do banho de mar um remédio eficaz na cura de infecções.


b)Embora o banho de mar proporcione bem-estar, não há certeza de que ele tenha propriedades curativas.


c)Para incluir o banho de mar em um tratamento, é necessário que antes se comprovem cientificamente suas propriedades medicinais.


d)A talassoterapia usa o banho de mar no tratamento de diversos problemas de saúde.


e)As propriedades terapêuticas atribuídas ao banho de mar são fruto de crendice, uma vez que não foram comprovadas cientificamente.



2) Qual é a idéia central do texto acima?




a)Os depoimentos científicos sobre as propriedades terapêuticas do banho de mar são contraditórios.


b)Molhar-se com água salgada é energizante, mas há necessidade de cuidados com infecções.


c)O banho de mar tem uma série de propriedades terapêuticas, que não têm comprovação científica.


d)Os trabalhos científicos sobre as propriedades medicinais do banho de mar têm publicações respeitadas no meio científico.


e)A água do mar é composta por vários elementos químicos e bactérias que atuam no sistema nervoso.



3) Qual das sentenças abaixo reproduz adequadamente uma relação entre ideias presente no texto?



a)Muitos especialistas acreditam que o banho de mar traga benefícios à saúde, visto que não existem comprovações científicas.


b) A água do mar pode ser considerada energizante apesar de ser composta por mais de 80 elementos químicos.


c)A massagem feita pelas ondas do mar provoca aumento da oxigenação das células através da estimulação da circulação sanguínea.


d)A água do mar apresenta cálcio, zinco, silício e magnésio em sua composição, no entanto ela é usada para tratar doenças como artrite, osteoporose e reumatismo.


e)A água do mar alivia as tensões musculares, estimula a circulação sanguínea e tem propriedades cicatrizantes e anti-sépticas. Além disso ela carece de embasamento científico.